quinta-feira, 10 de outubro de 2013


Atualmente, a idade considerada ideal para ter filhos encontra um importante embate: é neste momento que a vida profissional dos casais está em ascensão. Em alguns casos, as mulheres jovens descobrem doenças graves como o câncer, e, não sabem se, no futuro, poderão ter filhos. Isso faz com que muitas adiem ou abandonem o sonho. Porém, um recurso da medicina é aliado: o congelamento dos óvulos. De acordo com os médicos, este procedimento pode ser feito até os 35 anos da mulher e é cada vez mais comum no Brasil e no mundo.
No Mais Você, Ana Maria Braga mostrou história de mulheres que optaram pelo congelamento de óvulos e poderão ter filhos normalmente após os 40 anos. Para esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto, a repórter Nádia Bochi conversou com o presidente da Associação de Embriologia, José Roberto Alegretti.
Quem pode fazer o congelamento de óvulos?
A princípio, todas as mulheres podem preservar os óvulos. Mas a idéia é preservar a fertilidade em um bom momento. Uma boa faixa etária seria inferior aos 35 anos.
Quais as vantagens do congelamento?
Um congelamento de óvulos abaixo dos 35 anos vai preservar os riscos para aquela faixa etária. A mulher congelou aos 35 e vai engravidar aos 45, minimiza os riscos de aborto e más formações por exemplo. De um jeito bem simples, seria como se a mulher pudesse engravidar aos 40/45 com a mesma saúde dos 30/35. A saúde ovular dos 30/35.
Em que outras situações é recomendado o congelamento de óvulos?
É muito indicado em situações oncológicas. Mulheres jovens descobrem câncer. Há sempre a recomendação de preservar esses óvulos, preserva sua fertilidade, passa o tratamento ela consegue utilizar os óvulos que ela guardou.
Atualmente, a idade considerada ideal para ter filhos encontra um importante embate: é neste momento que a vida profissional dos casais está em ascensão. Em alguns casos, as mulheres jovens descobrem doenças graves como o câncer, e, não sabem se, no futuro, poderão ter filhos. Isso faz com que muitas adiem ou abandonem o sonho. Porém, um recurso da medicina é aliado: o congelamento dos óvulos. De acordo com os médicos, este procedimento pode ser feito até os 35 anos da mulher e é cada vez mais comum no Brasil e no mundo.
No Mais Você, Ana Maria Braga mostrou história de mulheres que optaram pelo congelamento de óvulos e poderão ter filhos normalmente após os 40 anos. Para esclarecer algumas dúvidas sobre o assunto, a repórter Nádia Bochi conversou com o presidente da Associação de Embriologia, José Roberto Alegretti.
Quem pode fazer o congelamento de óvulos?
A princípio, todas as mulheres podem preservar os óvulos. Mas a idéia é preservar a fertilidade em um bom momento. Uma boa faixa etária seria inferior aos 35 anos.
Quais as vantagens do congelamento?
Um congelamento de óvulos abaixo dos 35 anos vai preservar os riscos para aquela faixa etária. A mulher congelou aos 35 e vai engravidar aos 45, minimiza os riscos de aborto e más formações por exemplo. De um jeito bem simples, seria como se a mulher pudesse engravidar aos 40/45 com a mesma saúde dos 30/35. A saúde ovular dos 30/35.
Em que outras situações é recomendado o congelamento de óvulos?
É muito indicado em situações oncológicas. Mulheres jovens descobrem câncer. Há sempre a recomendação de preservar esses óvulos, preserva sua fertilidade, passa o tratamento ela consegue utilizar os óvulos que ela guardou.
ENDOSSIMBIOSEE EVOLUÇÃO DOS EUCARIONTES
Simbiogênese:evoluçãodacélulaeucariótica,poreventosdeendossimbiose;
Inicialmenteumacélulaeucarióticaengloboubactériasaeróbias(estasderamorigemàsmitocôndrias);
Posteriormenteestacélulaenglobouumacianobactéria(dandoorigemaocloroplasto);
Esseseventosforamchamadosdeendossimbioseprimária

ENDOSSIMBIOSE E EVOLUÇÃO DOS EUCARIONTES
Amitocôndriaseoriginoudeumaendossimbioseprimária,enquantoocloroplastoseoriginou,alémdeumaendossimbioseprimária(dandoorigemàsplantas,algasverdesealgasvermelhas),atravésdaendossimbiosesecundária(englobandoalgasverdesoualgasvermelhas

DIPLOMNONADIDASE PARABASÁLIAS
Resultantes da endossimbiosecom mitocôndrias;
Modificação nessas organelas que deixaram de realizar respiração celular (não possuem DNA);
Hidrogenossomos: geram ATP de forma anaeróbia, liberando hidrigênio;
Mitossomos: realizam maturação de proteínas com ferre e enxofre, além de produzir pequenas quantidades de ATP;
Reprodução: divisão binária.

DIPLOMONADIDAS
Giardialamblia–possuimitossomoseéresponsávelpelagiardíase.
Afetaointestinoprovocandodiarréiasedoresabdominais;podeafetarestômago,pulmõesecérebro;
Transmissão:deáguaoualimentocontaminadoscomcistosdegiárdia.
Medidasprofiláticas:saneamentobásico,lavarbemoalimento.

DIPLOMONADIDAS
Giardialamblia–possuimitossomoseéresponsávelpelagiardíase.
Afetaointestinoprovocandodiarréiasedoresabdominais;podeafetarestômago,pulmõesecérebro;
Transmissão:deáguaoualimentocontaminadoscomcistosdegiárdia.
Medidasprofiláticas:saneamentobásico,lavarbemoalimento.

PARABASÁLIAS
Trichomonasvaginalis–trcomoníase;
Afetaosistemagenital(homens=infecçõesuretrais,mulheres=infecçõesvaginais);
Transmissão:DST,usodesanitáriossemcondiçõesdehigieneedetoalhascontaminadas;
Medidasprofiláticas–usodepreservativo,cuidadocombanheirossemhigiene,nãousarroupasetoalhasnãolavadas

AMEBOZOAS
Sãoencontradosemáguadoceeemsolosúmidos,vidalivreouparasitas;
Locomoçãoenutriçãoatravésdepseudópodes;
Protistasdeáguadocepossuemvacúoloscontráteisoupulsáteis)recolhemeeliminamáguadocitoplasma;
Algumaspossuemumacarapaça;
Reprodução:divisãobinária,oubipartição

AMEBOZOAS
Entamoebahystolitica:causadoradadesiteriaamebiana;
Atingemointestino,causandodiarréiascommucoesangue;podeatingirofígado,pulmõesecérebro;
Transmissão:ingestãodeáguaealimentoscontendocistos.
Medidasprofiláticas:saneamentobásicoehigienizaçãodosalimentos

FORAMINÍFEROS, RADIOLÁRIOS E HELIOZOÁRIOS
Tambémformampseudópodes;
Foraminíferos:peseudópodefinoeramificado(reticulópode),capturadealimento;
RadiolárioseHeliozoários:pseudópodesfinos,eretos,flexiveis,lembraumaagúlha(axópode)
Heliozoários:algunspossuemexoesqueleto;
Radiolários:possuemendoequeletodesílica

CINETOPLASTÍDEOS
Flagelo usado para o deslocamento;
Possuem uma única e grande mitocôndria na base do flagelo, onde é encontrado o cineoplasto(grande quantidade de DNA);
Podem ser de vida livre ou parasitas

CINETOPLASTÍDEOS–DONENÇADE CHAGAS
Vetor:Triatomainfestans;
AgenteBiológico:Trypanosomacruzi;
Características:hipertrofiadosórgãosafetados,principalmenteocoração;
Transmissão:picadadobarbeiro,transfusãodesangue,alimentocontaminado.
Medidasprofiláticas:tratarosdoentes,mosquiteiros,telasemportas,cuidadonastransfusõesdesangue

CINETOPLASTÍDEOS–LEISHMANIOSE
Vetor:Flebótomooumosquito-palha;
AgenteBiológico:leishmaniabrasiliensis;
Características:ulceraçõesgravesnapele;
Transmissão:picadadomosquito-palha;
Medidasprofiláticas:combaterovetoretratarosdoentes.

EUGLENOIDES
Contém formas clorofiladas e não clorofiladas;
São dulcícolas;
Algumas no escuro passam a ter forma heterotrófica, quando colocadas na presença de luz voltam a realizar fotossíntese;
Apresentam um estígma(estrutura de orientação à fonte lminosa);
Apresentam um ou dois flagelos, e reproduzem-se por divisão binária.

CILIADOS
Cílios: estruturas para locomoção e filtragem de alimento;
Ocorrem em água doce, no mar e ambientes terrestres úmidos;
Podem ser fitófagos, parasitas e filtradores de partículas;
Presença de dois tipos de núcleo, macronúcleo(regula o metabolismo) e micronúcleo (participa da reprodução, sexuada e assexuada)

CILIADOS -PARAMÉCIO
Vida livre e filtrador;
Citóstoma: estrutura de ingestão de alimento (no interior do citoplasma existem vacúolos digestivos);
Citoprocto: estrutura que elimina restos não-aproveitaveis;
Possuem vacúolos contráteis













































































sábado, 5 de outubro de 2013

GAMETOGÊNESE ESPERMATOGÊNESE
É a seqüência de eventos, através dos quais a célula precursora masculina, a espermatogônia torna-se um espermatozóide, o gameta masculino. As espermatogônias permanecem quiescentes nos túbulos seminíferos dos testículos desde o período fetal, e na puberdade aumentam de número e sofrem maturação que continua até a velhice. Nesse momento, sofrem várias divisões mitóticas, crescem e se desenvolvem, formando os espermatócitos primários. Cada um desses sofre a primeira divisão meiótica (divisão reducional) para formar dois espermatócitos secundários haplóides. Em seguida sofrem a segunda divisão meiótica para formar quatroespermátides haploides (figura 1). Gradualmente as espermátides vão sendo transformadas em espermatozóides por um processo chamado espermiogênese.
O espermatozóide maduro é uma célula móvel, formada por cabeça, colo e cauda. A cabeça é a maior parte e contém o núcleo haplóide e o acrossoma, organela em forma de capuz que contém várias enzimas importantes para a fertilização, pois facilita sua penetração ovular. O colo é a região que une essas duas estruturas. A cauda é constituída por três segmentos: a peça intermediária, peça principal e peça terminal. Essa estrutura, formada a partir dos centríolos, favorece a motilidade durante a fecundação. A peça intermediária contém mitocôndrias que fornecem ATP para a atividade desse flagelo. (figura 2).
As células de Sertoli que revestem os túbulos seminíferos dão suporte e nutrição para células germinativas. Os espermatozóides são transportados passivamente dos túbulos seminíferos para o epidídimo, onde são armazenados e tornam-se maduros. Ele é continuo com o ducto deferente que transporta os espermatozóides para a uretra.
A espermatogênese dura por volta de 64 dias nos túbulos seminíferos e 12 dias no epidídimo, etapa fundamental do ciclo senão os espermatozóides morreriam dentro de 24 – 36 horas. Eles adquirem sua motilidade somente mediante a adição de secreções das glândulas sexuais acessórias- próstata e vesículas seminais- no ejaculado.
Bibliografia Consultada:
Moore KL, Persaud TVN. Embriologia clínica. 8a ed. Rio de Janeiro (RJ): Elsevier; 2008.
Schoenwolf GC, Bleyl SB, Brauer PR, Francis-West PH. Larsen’s human embryology. 4th ed. Philadelphia: Churchill & Livingston; 2008.
Gartner LP, Hiatt JL. Tratado de histologia em cores. 2a ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; 2003.
Moore KL, Persaud TVN. The developing human: clinically oriented embryology. 7th ed. Philadelphia: WB Saunders; 2003.


GAMETOGÊNESE E OVOGÊNESE
É o processo de formação dos ovócitos maduros. Este processo de maturação inicia-se antes do nascimento e é completado depois da puberdade, continuando até a menopausa.
- Maturação pré-natal dos ovócitos: Durante a vida fetal inicial, as ovogônias se proliferam por divisões mitóticas para formar os ovócitos primários antes do nascimento. O ovócito primário circundado por uma camada de células epiteliais foliculares constitui um folículo primordial. Os ovócitos iniciam sua primeira divisão meiótica antes do nascimento, mas param na prófase I (na fase do diplóteno) até a adolescência.
- Maturação pós-natal dos ovócitos: Após o nascimento, não se forma mais nenhum ovócito primário, ao contrário do que ocorre no homem, e existem cerca de 2 milhões de ovócito primários. Estes permanecem em repouso até a puberdade, motivo responsável pela alta freqüência de erros meióticos que ocorrem com o aumento da idade materna. Na adolescência restam cerca de 40 mil e destes cerca de 400 tornam-se ovócitos secundários e são liberados na ovulação.
A partir da puberdade um folículo amadurece a cada mês, completa a primeira divisão meiótica e pára na metáfase da segunda divisão. Forma-se o ovócito secundário que recebe quase todo o citoplasma e o primeiro corpo polar (célula pequena, não funcional, que logo degenera) recebe muito pouco.
Antes da ovulação, o núcleo do ovócito secundário inicia a segunda divisão meiótica, mas progride até a metáfase, quando a divisão é interrompida. Se um espermatozóide penetra nesse ovócito, a segunda divisão é completada e novamente maior parte do citoplasma é mantida em uma célula, o ovócito fecundado. A outra célula, o segundo corpo polar, é uma célula também pequena, não funcional, que logo degenera (figura 1).
                                                                     http://www.famema.br/ensino/embriologia/img/gametogenese/ovogenese/primeirassemanassubir5.gifhttp://www.famema.br/ensino/embriologia/img/gametogenese/ovogenese/primeirassemanassubir6.gif

O Folículo Ovariano
O ovócito fica contido numa vesícula denominada folículo ovariano. A formação do folículo se inicia com cerca de 18 semanas, perto da metade da vida pré-natal. Inicialmente, o ovócito primário está envolvido por uma única camada de células epiteliais achatadas - folículo primordial - depois por uma camada de células cubóides ou colunares - folículo primário - a seguir por um epitélio estratificado - folículo secundário - e, finalmente, por células que delimitam uma cavidade cheia de líquido, o antro- folículo terciário ou vesicular.
Alguns dias após a menstruação, um novo folículo será escolhido (folículo dominante), o ovócito atinge a segunda divisão meiótica, aumenta rapidamente de tamanho mediante a produção de fluido intercelular, e atinge o estágio de folículo secundário e, posteriormente, de folículo terciário (folículo de DeGraaf). A maioria dos folículos secundários e terciários regride formando folículos atrésicos.
O ovócito adquire uma cobertura chamada zona pelúcida, que é secretada tanto pelo ovócito, como pelas células foliculares. Envoltório transparente, acelular, glicoprotéica que age como barreira para os espermatozóides. Depois da fertilização, ela bloqueia a poliespermia e protege o embrião. Durante a formação do antro, as células foliculares se comprimem periféricamente e formam o estrato granuloso, em torno do qual o estroma ovariano se condensa formando uma camada glandular, a teca interna. O desenvolvimento folicular completo e a ovulação dependem do estímulo do ovário pelo hormônio FSH e LH, provenientes da hipófise.
Ciclo Ovariano e Uterino
O eixo hipotálamo-hipófise-gonadal é responsável pela produção de hormônios gonadotróficos (FSH e LH) que dão inicio as mudanças cíclicas no ovário na puberdade. Estes hormônios por sua vez levam o ovário a secretar estrógeno e progesterona, responsável pelo ciclo uterino.  O ciclo uterino e ovariano prepara o sistema reprodutor para a gravidez (figura 2).
Ciclo ovariano: compreende a fase folicular e luteínica.
1) Fase folicular: Dura 12-16 dias. Iniciada pelo FSH, acompanhada pelo aumento de estrógeno, que tem um aumento rápido e desencadeia um aumento pré-ovulatório de LH, que induz a ovulação.
2) Fase luteínica: Dura 10-16 dias. Caracterizada por uma mudança na dominância de estrógenos para progesterona pela formação de um corpo lúteo.
Ciclo uterino: compreende a fase menstrual, proliferativa e secretora.
1) Menstruação: Abrange 4-5 dias durante os quais a membrana mucosa do endométrio descama e ocorre o sangramento. Os sinais ovarianos de queda do estrógeno e progesterona são essenciais.
2) Fase proliferativa: Após a menstruação, há um aumento do estímulo estrogênico, regenerando o endométrio, a partir das glândulas uterinas da camada basal.
3) Fase secretora: Depois da ovulação, o corpo lúteo secreta progesterona e estrógeno. O estroma uterino torna-se edemaciado e as células do estroma de hipertrofiam (reação da decídua) preparando-se para uma possível gravidez.
Bibliografia Consultada:
Moore KL, Persaud TVN. Embriologia clínica. 8a ed. Rio de Janeiro (RJ): Elsevier; 2008.
O’Rahilly R, Müller F. Embriologia & teratologia humanas. 3a ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; 2005.
Schoenwolf GC, Bleyl SB, Brauer PR, Francis-West PH. Larsen’s human embryology. 4th ed. Philadelphia: Churchill & Livingston; 2008.
Moore KL, Persaud TVN, Shiota K. Atlas colorido de embriologia clínica. 2a ed. Rio de Janeiro (RJ): Guanabara Koogan; 2002.
Moore KL, Persaud TVN. The developing human: clinically oriented embryology. 7th ed. Philadelphia: WB Saunders; 2003.